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Edi Silva

Um dos mais experientes profissionais de rádio. Com experiência em Minas Gerais e em outros estados, Edi Silva é a verdadeira arte da argumentação. Ele contesta, debate, busca a informação, conhece o seu público ouvinte. Na apresentação do programa Café Da Tarde, a polêmica é garantida.

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Mateus Malaquias

Desde sempre foi um apaixonado por rádio. Jornalista formado pelo Centro Universitário do Triangulo (UNITRI), faz parte do time da Rede Vitoriosa há mais de uma década transitando em várias editorias. Nas jornadas esportivas, é o ancora principal. Apresentador e editor do Jornal Da Vitoriosa Primiera Edição, as 6h da manhã, e aos sábados comanda o Manhã Vitoriosa, que vai ao ar as 8h.

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Lourival Santos

Locutor Entrevistador recheado de bom humor, alto astral. Ele aprofunda o debate, detalha a notícia. É a companhia perfeita para quem está em casa, no trabalho ou no transito. Ele é o rei da dona de casa e o verdadeiro fiscal do povo.

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Wander Tomaz

Desde 1988 é atuante na imprensa uberlandense. Começou a carreira com 15 anos de idade exercendo a função de “Rádio Escuta”. Na sequência, foi plantão esportivo, repóter setorista do Uberlândia Esporte Clube, e atualmente é o resposável pelas narrações esportivas da Rádio Vitoriosa. Apresenta ainda duas edições diárias do programa Vitoriosa Esporte. Está também na apresentação do Tarde Vitoriosa, programa que leva ao ar a notícia bem trabalhada e contextualizada combatendo a desinformação. Sua biografia está eternizada no seleto grupo de profissionais do Estado que fazem parte do livro “Enciclopédia Do Rádio Mineiro”, de autoria da jornalista Maria Cláudia Santos.

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Esportes Notícias

Como Piazza virou zagueiro na seleção

Ontem no intervalo do derby de Merseyside, decidi ligar um pouco o rádio para ouvir o que estava passando na Itatiaia. Estava no Ar o programa Mesa Redonda, com apresentação de João Vitor Cirilo. Assim como quase todos os principais programas esportivos do final de semana no Brasil, a Rádio de Minas fez um especial para falar do tricampeonato da seleção brasileira que completou 50 anos.

Para minha sorte, no exato momento em que liguei começava uma entrevista com um dos titulares daquela conquista, Wilson Piazza. A primeira pergunta foi feita ao ídolo celeste pelo jornalista Alexandre Simões, e é uma dúvida de todos aqueles que analisam taticamente o mítico selecionado. Como o médio-volante do Cruzeiro se tornou zagueiro na seleção? 

Com riqueza de detalhes o tricampeão contou toda a história aos ouvintes.

Naquela altura é bom que nos lembremos, o Brasil já havia sofrido a forçada mudança no comando técnico. A ditadura ordenou e a Confederação Brasileira de Desportos (CBD), hoje CBF, demitiu João Saldanha, de opiniões fortes e de princípios ideológicos totalmente contrários ao regime militar. Para o seu lugar veio Mário Jorge Lobo Zagallo, bicampeão do Mundo como jogador em 1958 e 1962. 

Em um chamado “match-training” com os portões do Maracanã abertos, os jogadores se preparavam para o último amistoso antes da Copa, contra a Áustria. Era o famoso titulares contra reservas. Piazza estava no time B, portanto aquela altura ainda não tinha lugar entre os onze. 

Cinco zagueiros haviam sido convocados para o período de preparação. Os titulares Brito, do Flamengo e Joel Camargo, do Santos. E os reservas Baldocchi, do Palmeiras, Fontana, mais um do time celeste, e Leônidas, do Botafogo, que chegou lesionado e não conseguiu se recuperar para a disputa dos amistosos.

Durante o jogo treino, Baldocchi se machucou e o técnico Zagallo logo chamou o volante Zé Carlos, outra lenda celeste que estava entre os convocados. Segundo o próprio Piazza, ele nem esperou que o treinador lhe desse a instrução e quando percebeu a entrada do companheiro de clube, imediatamente recuou para zaga central. 

Para ele, esse foi um movimento natural já que estava viva em sua memória a lembrança de três anos antes, em 1967, em um clássico contra o Atlético, quando após uma expulsão do zagueiro Procópio Cardoso e a entrada de Zé Carlos, ele decidiu desempenhar a função e deixar a então jovem promessa do Cruzeiro atuar no meio-campo.

O Velho Lobo gostou da idéia e então resolveu testá-lo pra valer no amistoso contra a Áustria formando dupla com Brito que viria a ser a titular na conquista do Tri.

Em pé: Carlos Alberto, Brito, Piazza, Félix, Clodoaldo, Everaldo e Admildo Chirol. Agachados: Jairzinho, Rivellino, Tostão, Pelé e Paulo Cézar Lima.

Mas Piazza ressaltou que apesar da titularidade no último amistoso e confirmado o seu nome na lista final, ao realizarem o primeiro jogo-treino em Guadalajara o treinador veio lhe agradecer pelo trabalho no período preparatório, mas ao mesmo tempo comunicar-lhe que a dupla titular seria Brito e Fontana. Prontamente o jogador lhe respondeu que não havia nenhum problema e que estava ali para servir a seleção.

Porém mais uma vez um jogador se queixava de lesão, dessa vez Fontana. A primeira opção seria Joel Camargo, mas Zagallo decidiu de novo dar uma oportunidade na zaga para Piazza e o escalou como titular para o jogo treino contra o Guadalajara.

Depois disso Wilson Piazza assumiria de vez a titularidade da seleção na Copa do Mundo e disputaria todos os jogos. Com a exceção do terceiro jogo, contra a Romênia, quando Gérson estava lesionado e Clodoaldo foi deslocado para sua posição, Piazza atuou no meio-campo e Fontana foi titular na zaga. Nas outras cinco partidas porém, o médio-volante atuou como zagueiro.

O mais engraçado nisso tudo é que ao ser indagado pelo comentarista Cadu Doné se ele não teria tido vontade de atuar toda carreira como zagueiro, já que foi muito elogiado, humildemente, um dos maiores da posição na história do futebol brasileiro disse que não, não era uma posição que ele se sentia a vontade, não gostava de dar carrinho e não tinha impulsão.

Agora imagina se estivesse confortável…

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