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Associação Comercial de Uberlândia entrega reivindicações ao governador Romeu Zema

O presidente da Associação Comercial e Industrial de Uberlândia – Aciub, Paulo Romes Junqueira, acompanhado dos ex-presidentes Fabio Pergher, Luiz Alexandre Garcia e Rogério Nery de Siqueira Silva, foram recebidos pelo governador Romeu Zema, na sede do governo mineiro em Belo Horizonte. Eles estavam acompanhados pelo subsecretário de Ciência, Tecnologia e Inovação, Felipe Attiê, e entregaram ao Governador uma carta com reivindicações relacionadas a infraestrutura eao setor de ciência e tecnologia.

No documento entregue constam solicitações relacionadas ao efetivo e essencial apoio para ações referentes à investimento e incentivos para o setor de ciência e tecnologia, além de uma atenção especial à infraestrutura viária, como estas demandas:

  • Finalização de obra da MGC-455, Uberlândia – Campo Florido, que é de suma importância para o escoamento da produção.
  • Conclusão das obras do Contorno Sul de Uberlândia, que irá promover uma importante ligação do setor sul ao sudoeste da cidade.
  • Recuperação funcional do pavimento e aumento de capacidade da Rodovia MGC-497, entre Uberlândia e Prata. Esta estrada tornou-se um importante corredor de escoamento, além de atender a população de novos bairros da cidade.
  • Proposta do Rodoanel, que promoverá um afastamento do tráfego de veículos pesados de Uberlândia, que se encontra saturado e traz transtornos e riscos ao misturar o trânsito rodoviário com o urbano.

O presidente e ex-presidentes da Aciub também reforçaram a necessidade do andamento e aprovação das reformas administrativa e tributária, que apesar de estaremna esfera do Governo Federal e do Congresso Nacional, também merecem uma atenção do governador em Brasília, na mobilização para aprovação, como inclusive já tem sido feito. Eles reforçaram que estas medidas são essenciais para permitir uma melhor utilização dos recursos públicos e uma revisão do sistema tributário nacional.

O presidente Paulo Romes Junqueira, destacou que a visita foi muito positiva. “O governador Romeu Zema nos recebeu com toda a atenção de sempre, e analisará as nossas reinvindicações, pois sabe que elas são essenciais neste momento que requer a união de forças para superar e seguir em busca da recuperação, desenvolvimento e crescimento econômico. Além disso, Zema reforçou o seu carinho e olhar especial para com Uberlândia e a região do Triângulo Mineiro”, ressaltou.

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Retorno das aulas práticas presenciais nos cursos de graduação será decidido pela instância máxima da UFU

Um dos assuntos mais importantes da pauta da reunião desta sexta-feira (17/09), realizada pelo Conselho de Graduação da Universidade Federal de Uberlândia (Congrad/UFU), foi encaminhado para decisão do Conselho Universitário (Consun). O item 3.3 tratava a liberação da oferta presencial dos componentes curriculares práticos, a partir de novembro de 2021, e dos componentes teóricos e teóricos-práticos, a partir de janeiro de 2022.

Coordenadora da Faculdade de Engenharia Mecânica (Femec) e relatora do processo, a professora Núbia dos Santos Saad chegou a apresentar parecer favorável às demandas que solicitavam autorização da realização de aulas práticas presenciais, a partir de novembro, dos componentes curriculares integralmente práticos que não foram ofertados no formato remoto e aos componentes curriculares integralmente práticos e teóricos práticos, desde que obedecidas as condições de segurança sanitária determinadas pelo Protocolo de Biossegurança da UFU. Quanto aos componentes curriculares integralmente teóricos, a relatora apresentou parecer favorável para que sejam ofertados  no formato remoto em novembro, e no formato híbrido ou presencial, a partir de 5 de janeiro de 2022.

No parecer, Saad destacou aspectos como:  represamento de estudantes em disciplinas totalmente práticas, estruturação dos Protocolos Internos de Biossegurança (PIBs) e do Comitê de Monitoramento à Covid-19, além da redução no índice de pandemia e do avanço da cobertura vacinal.

Antes da sondagem, no entanto, o conselheiro Fernando Oliveira, representante técnico administrativo no Congrad, fez encaminhamento sugerindo que o assunto fosse levado ao Conselho Universitário (Consun). “Entendo que é o local mais democrático para essa apreciação, devido ao escopo da matéria. Talvez seja a decisão mais importante que a UFU tenha tomado até hoje”, destacou.

O encaminhamento do conselheiro foi aprovado por 49 votos favoráveis, 35 contrários e seis abstenções. Desta forma, a matéria será levada a uma assembleia extraordinária do Consun, que ocorrerá já na próxima segunda-feira (20/09). A reunião terá transmissão ao vivo no YouTube, via Canal da UFU, a partir das 14 horas.

Por: Portal Comunica UFU

Foto desta publicação: Alexandre Costa

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Desempenho da economia no estado supera o nacional entre abril e junho

No segundo trimestre de 2021, o desempenho econômico estadual em termos da evolução do índice de volume do Produto Interno Bruto (PIB) foi superior ao da economia brasileira. No período, o PIB de Minas Gerais registrou expansão de 1,8% em relação aos três primeiros meses do ano e o PIB do Brasil manteve relativa estabilidade, com retração de 0,1%. Entre abril e junho, Minas Gerais teve um PIB estimado em R$ 206,1 bilhões, o que representou 9,6% do PIB nacional no trimestre. Os números foram apresentados na tarde desta sexta-feira (17/9) pela Fundação João Pinheiro (FJP), que também publicou o informativo Contas Regionais: PIB MG – 2º Trimestre de 2021, detalhando os resultados por setor de atividade.

A diferença nos resultados observados nas economias mineira e brasileira pode ser explicada pelo desempenho favorável da atividade industrial no cenário estadual e, particularmente, da atividade de energia e saneamento e da indústria de transformação. No estado, o Valor Adicionado Bruto (VAB) da indústria cresceu 4,6% em relação ao trimestre anterior e, no Brasil, decresceu 0,2%. “O crescimento nominal da indústria de transformação pode ser atribuído, em primeiro lugar, ao aumento da quantidade produzida de bens e serviços e, em segundo lugar, aos preços, que também aumentaram”, explicou o pesquisador Raimundo Leal.

A indústria de transformação foi determinante para o resultado positivo do índice de volume do PIB mineiro no segundo trimestre de 2021, uma vez que possui forte efeito multiplicador na economia, respondendo por grande parcela das compras – consumo intermediário – realizadas. Em relação ao primeiro trimestre de 2021, o setor teve expansão de 4,1% em Minas Gerais no segundo trimestre e, no mesmo período, sofreu decréscimo no volume de VAB na manufatura de 2,2% na economia nacional.

A atividade de energia e saneamento, que teve queda significativa do volume de VAB nos três primeiros meses do ano, se manteve em um patamar reduzido, mas ainda assim, foi 4,0% superior à observada no trimestre anterior. “Normalmente a gente teria uma redução de produção de energia no segundo trimestre, mas isso foi antecipado para o primeiro trimestre e essa redução veio com muita intensidade em relação ao que estava sendo gerado no final de 2020”, esclareceu Leal. “Também devemos lembrar que alguns segmentos da indústria têm atividades intensivas no uso de eletricidade”, completou.

As atividades industriais de extração mineral, com expansão de 3,5% no segundo trimestre, e de construção civil, com crescimento de 1,6% em Minas Gerais, registraram crescimento inferior ao observado para o país: a expansão dessas atividades no Brasil foi de, respectivamente, de 5,3% e 2,7% na comparação com o trimestre anterior.

O comportamento dos serviços de transporte também explica o maior nível de atividade da economia mineira nos meses de abril, maio e junho de 2021. Enquanto na economia brasileira houve crescimento de 0,1%, em Minas Gerais a atividade expandiu 1,3% em relação ao trimestre imediatamente anterior.

O agrupamento formado pelos “outros serviços” apresentou, em nível estadual (1,1%), resultado ligeiramente superior ao observado em âmbito nacional (0,9%) na comparação com o primeiro trimestre do ano. “Espero que os ‘outros serviços’ continuem em recuperação. A gente não recuperou totalmente, não voltou ao patamar pré pandemia e, com a vacinação, as famílias – que tinham modificado muito o perfil de consumo e deixaram de fazer gastos com esses serviços – podem voltar ao perfil original. Em contraponto, a gente teme que a recuperação ainda muito fraca no mercado de trabalho, a renda das famílias, que está sendo muito prejudicada pela inflação, tenha algum rebatimento no que a gente já começa a perceber em vendas de supermercado, na parte da indústria relacionada à fabricação de alimentos, contrapondo-se aos resultados positivos esperados para os serviços no segundo semestre de 2021”, analisou Leal.

Na análise da série dessazonalizada, a atividade de comércio teve a mesma variação no volume de VAB setorial no estado e em âmbito nacional: a atividade expandiu 0,5% no segundo trimestre de 2021 em relação ao trimestre anterior. No setor da administração pública, o volume de VAB da atividade ficou estável em âmbito nacional (0,0%) e apresentou ligeiro decréscimo em nível estadual (-0,3%).

O setor agropecuário, por sua vez, sofreu retração de 3,2% no volume de VAB em Minas Gerais e de 2,8% no cenário nacional, na comparação do segundo com o primeiro trimestre de 2021. No estado, a queda do nível produtivo da atividade justifica-se pelo desempenho negativo da cafeicultura em ano de baixa na produtividade no ciclo bianual do cultivo e pela redução verificada de produção de outros cultivos relevantes da pauta agrícola mineira (como a segunda safra do feijão, da batata-inglesa e do milho; além do cultivo de algodão herbáceo).

Composição 

Do valor do PIB estimado para o segundo trimestre de 2021, de R$ 206,1 bilhões, R$ 22,5 bilhões dizem respeito aos impostos indiretos líquidos de subsídios e R$ 183,6 bilhões referem-se ao Valor Adicionado Bruto (VAB). Em Minas Gerais, na composição setorial para o período, o VAB agropecuário foi responsável por R$ 27,0 bilhões (14,7% do total); o da indústria por R$ 54,7 bilhões (29,8% do total); e o dos serviços por R$ 101,9 bilhões (55,5% do total).

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Covid-19: ministro destaca eventos adversos em adolescentes vacinados

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, disse que uma série de motivos pesaram para que a pasta resolvesse revisar a recomendação e suspender a vacinação de adolescentes sem comorbidades.

Segundo Queiroga, foram identificados 1,5 mil eventos adversos em adolescentes imunizados. Todos eles foram de grau leve. Foi notificado um caso de morte de um jovem em São Paulo, mas o episódio ainda está sendo investigado para avaliar se a causa foi o imunizante ou não.

O ministro reclamou que, a despeito da orientação anterior para que a imunização deste público tivesse início ontem (15), já foram vacinados 3,5 milhões de adolescentes por autoridades locais de saúde.

Ele acrescentou que houve diversos casos de prefeituras que aplicaram vacinas não autorizadas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). A agência só permitiu o uso da Pfizer/BioNTech para adolescentes de 12 a 17 anos. Nos registros do Ministério da Saúde, entretanto, dados enviados pelos estados mostram este público sendo imunizado com outras vacinas.

“Em relação aos subgrupos, as evidências estão sendo construídas. O NHS [SUS do Reino Unido] restringiu a vacinação nos adolescentes sem comorbidades. Aqueles que já tinham sido imunizados com 1ª dose se recomendou parar por ali”, disse Queiroga.

A secretária extraordinária de enfrentamento à covid-19, Rosana Leite, mencionou também orientação da Organização Mundial de Saúde sobre o assunto.

“A OMS não recomenda, mas sugere que pode se pensar [na vacinação de adolescentes] a partir do momento que tenha vacinado toda a população, principalmente as mais vulneráveis, com duas doses”, disse.

Perguntados se a suspensão da vacinação teria relação com a falta de vacinas, os representantes do ministério descartaram essa hipótese e afirmaram que não há problema de abastecimento de doses no país. “Não falta vacina. Será que elas foram utilizadas de forma inadvertida? Provavelmente”, sugeriu a secretária Rosana Leite.  

Diante da suspensão, os adolescentes sem comorbidades que receberam a primeira dose não devem ter a aplicação da segunda dose. A orientação de interromper a imunização vale também para aqueles com comorbidades que tomaram a primeira dose da AstraZeneca ou Coronavac.

Apenas os adolescentes com comorbidades imunizados com a Pfizer/BioNTech na primeira dose podem seguir com o processo de imunização e completar o ciclo vacinal, procurando os postos para receber a segunda dose.

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Romeu Zema anuncia investimento de R$ 800 milhões em carteiras escolares, mobiliários e equipamentos diversos para escolas estaduais

Governo de Minas vem trabalhando para que a educação disponibilizada na rede estadual de ensino avance cada vez mais. A partir de um levantamento das necessidades das unidades de ensino, o governador Romeu Zema e a secretária de Estado de Educação, Julia Sant’Anna, anunciaram nesta quinta-feira (16/9), o investimento de cerca de R$ 800 milhões para a aquisição de equipamentos diversos e mobiliários para as escolas estaduais. O último investimento em itens como estes na rede foi realizado há oito anos.

“Nosso investimento em educação demonstra o quanto acreditamos nessa área. Lembrando que no governo anterior as escolas estavam caindo. Eu mesmo visitei escolas que estavam escoradas e que não recebiam verba de custeio, manutenção e merenda. Graças a Deus, isso hoje faz parte do passado. Estamos voltando a dar dignidade para os profissionais da área da educação e para os alunos”, destacou o governador Romeu Zema.

Conforto e qualidade

Uma boa infraestrutura nas escolas é fator importante para que estudantes e servidores se sintam acolhidos e desenvolvam melhor o ensino e a aprendizagem. O objetivo dessa iniciativa é atender à demanda emergencial de toda a rede, proporcionando um ambiente agradável, garantindo qualidade e conforto para estudantes e professores nas salas de aula e contribuindo também para a permanência dos alunos nas escolas.

A secretária de Educação, Julia Sant’Anna, ressaltou a importância dos investimentos. “Tem uma história longa de alunos no estado com a perna ferida por causa da deficiência do mobiliário. Agora, fazendo uma boa gestão do recurso da educação, estamos conseguindo dispor dessa verba que é do tesouro do estado. Os investimentos começam a chegar às escolas em outubro e, até o início do ano letivo que vem, teremos essa grande transformação em termos de mobiliários e equipamentos em nossas escolas”, disse.

A ação ocorre em duas frentes. Na primeira, a Secretaria de Estado de Educação de Minas Gerais (SEE/MG) realizou a aquisição de mobiliário de sala de aula, que são conjuntos de carteiras escolares para alunos e professores. Os itens serão distribuídos para as escolas a partir do mês de outubro. O investimento foi de cerca de R$ 300 milhões.

Foram adquiridas mais de 760 mil unidades de conjuntos de carteiras escolares. A ação visa a substituição de 50% do mobiliário de todas as escolas da rede estadual de ensino.

Mobiliários e equipamentos diversos

A segunda iniciativa é a aquisição de mobiliários e equipamentos diversos. No total, o Governo de Minas irá disponibilizar R$ 500 milhões até o final do ano, beneficiando todas as escolas da rede estadual de Minas Gerais. A liberação dos recursos será feita em lotes, de acordo com a necessidade de cada Superintendência Regional de Ensino (SRE).

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Minas chega a mais de 86% da população adulta vacinada com pelo menos a primeira dose

Minas chega a mais de 86% da população adulta vacinada com pelo menos a primeira dose

Pela segunda semana seguida, todas as 14 macrorregiões de saúde do estado continuam na onda verde do Minas Consciente, plano criado para a retomada gradual e segura das atividades. A informação foi divulgada nesta quinta-feira (16/9) pelo Comitê Extraordinário Covid-19, que faz o acompanhamento da pandemia.

Os cenários epidemiológico e assistencial permanecem favoráveis em todas as macrorregiões. Destaques para a queda de 36% nas solicitações de internações em quatro semanas e para o avanço da vacinação. Minas chegou a 86,44% da população adulta com pelo menos a D1 – primeira dose da vacina contra a covid, conforme a última atualização. E mais de 42% dos adultos já tomaram a segunda dose ou dose única. A taxa de incidência da doença caiu 5% nos últimos 14 dias.

“Todo o estado segue na fase mais flexível. O cenário está mais positivo, puxado pelo avanço da vacinação. Estamos próximos de imunizar 100% dos adultos. Ainda nesta semana também temos a proposta de iniciar a distribuição da Pfizer para reforço nos idosos e vacinação dos adolescentes com comorbidade”, destacou o secretário de Estado de Saúde, o médico Fábio Baccheretti.

Remanejamento de doses

Durante a apresentação dos dados, o secretário de Saúde enfatizou que os municípios que concluíram a vacinação da população com idade igual ou superior a 18 anos de idade poderão iniciar a imunização dos adolescentes de 12 a 17 anos e aplicação de reforço em idosos. A medida vale somente para locais com disponibilidade de reserva técnica da Pfizer.

No caso das cidades que têm sobras de CoronaVac e também finalizaram a campanha junto ao público-alvo, a orientação é disponibilizá-las para que a Unidade Regional de Saúde redistribua para outros municípios que ainda não concluíram a vacinação da população com idade igual ou superior a 18 anos.

Novas doses

Nesta quinta-feira (16/9), Minas Gerais deve receber do Ministério da Saúde mais 361.640 doses da Pfizer e 260.250 da AstraZeneca.

Comitê Extraordinário Covid

Fazem parte do Comitê Extraordinário Covid-19 o Governo de Minas, secretários, representantes do Tribunal de Justiça de Minas Gerais, do Ministério Público do Trabalho, do Ministério Público de Minas Gerais, da Defensoria Pública de Minas Gerais, do Tribunal de Contas do Estado, entre outros órgãos estratégicos.

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Reabertas inscrições do Enem para isentos ausentes no exame de 2020

As inscrições do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2021 começam hoje (14) para os estudantes de baixa renda que tiveram isenção de taxa na edição do exame em 2020 e não compareceram às provas. As inscrições podem ser feitas na Página do Participante, sem que seja necessário justificar a ausência no Enem 2020 ou pagar a taxa de inscrição.

O prazo vai até 26 de setembro e as inscrições são exclusivas para o Enem impresso. Os isentos ausentes no Enem 2020 também poderão solicitar, até 27 de setembro, o atendimento especializado e tratamento pelo nome social.

Para esse público, as provas do Enem 2021 serão aplicadas em 9 e 16 de janeiro de 2022, mesma data da realização do Enem para Pessoas Privadas de Liberdade e jovens sob medida socioeducativa que inclua privação de liberdade (Enem PPL).

A aplicação das provas nos dias 21 e 28 de novembro de 2021 está mantida para todos os participantes que já tiveram a inscrição confirmada no exame, conforme previsto no edital regular. Ao todo, 3.109.762 pessoas foram confirmadas para o Enem 2021, nas duas versões do exame, impressa e digital. Esse foi o menor número de inscrições desde 2005.

Decisão do STF

O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) reabriu o prazo de inscrição para os isentos ausentes no Enem 2020 em cumprimento a uma decisão do Supremo Tribunal Federal (STF). A medida foi formalizada hoje (14) em edital complementar publicado no Diário Oficial da União.

O valor da taxa de inscrição no Enem é de R$ 85 e, pelas regras do primeiro edital, quem teve direito à isenção no Enem 2020, mas faltou à prova, só poderia obter nova gratuidade no Enem 2021 se conseguisse justificar a ausência. As justificativas precisavam ser comprovadas documentalmente, bem como se encaixar nas hipóteses previstas, que incluíam situações como acidentes de trânsito, morte de familiar, emergências médicas e assaltos, entre outras.

Entretanto, o STF entendeu que, em razão da pandemia de covid-19, as provas do ano passado foram aplicadas em um contexto de anormalidade, e a exigência de comprovação documental para os ausentes viola diversos preceitos fundamentais, entre eles o do acesso à educação e o de erradicação da pobreza. Além disso, a obrigação imposta pelo edital penaliza os estudantes que fizeram a “difícil escolha” de faltar às provas para atender às recomendações das autoridades sanitárias de evitar aglomerações.

Quem estivesse com covid-19 ou tivesse contato com alguém infectado também poderia apresentar essa justificativa. Mas o candidato que faltou somente pelo medo de contaminação, por exemplo, ou que não pudesse comprovar com documentos nenhuma outra razão para a falta, não estaria coberto pela gratuidade na edição do exame deste ano.

Quem tem direito à isenção?

O novo prazo para inscrição com isenção da taxa vale para aqueles que comprovarem ter direito à gratuidade, mas sem que precisem justificar falta em edição anterior do exame.

Pessoas que cursaram todo o ensino médio em escola pública ou que foram bolsistas integrais durante toda a etapa em escolas particulares têm direito à gratuidade na inscrição do exame. Alunos que estão cursando a última série do ensino médio na rede pública, no ano de 2021, também podem pedir a isenção.

O mesmo vale para quem está em situação de vulnerabilidade socioeconômica por ser membro de família de baixa renda. Nesse caso, é preciso comprovar a inscrição no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico).

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Minas Gerais atinge nível máximo em avaliação de prevenção e combate à corrupção

Secretaria de Estado de Fazenda de Minas Gerais (SEF/MG) atingiu o nível máximo na avaliação aplicada pela plataforma e-Prevenção, que é uma ferramenta elaborada e disponibilizada pelo Programa Nacional de Prevenção e Combate à Fraude e à Corrupção (PNPC). Graças à participação na avaliação e ao resultado alcançado, a SEF/MG recebeu um selo de qualidade, que representa o compromisso da instituição com a promoção da integridade e da ética, contribuindo para um setor público visto pela sociedade como honesto.

Para participação na avaliação, foi criado um grupo de trabalho (GT e-Prevenção) reunindo servidores representantes de todas as unidades, coordenado pela Corregedoria da SEF (Corsef). Durante todo o mês de agosto, as informações foram apuradas e inseridas na plataforma. Foram respondidas mais de 180 questões divididas em cinco grupos:

  1. Prevenção (gestão da ética e integridade, controles preventivos, transparência e accountability);
  2. Detecção (controles detectivos, canal de denúncias, auditoria interna);
  3. Investigação (pré-investigação, execução da investigação, pós-investigação);
  4. Correção (ilícitos éticos, administrativos, civis e penais);
  5. Monitoramento (monitoramento contínuo e geral).

Considerando ações e procedimentos que contribuem para “níveis aceitáveis de suscetibilidade à corrupção”, cuja avaliação contempla as classificações “muito baixo”, “baixo”, “médio”, “alto” e “muito alto”, a SEF atingiu, na média, a pontuação máxima. O próximo passo é o recebimento de um plano de ação com os pontos que necessitam de aprimoramento. A avaliação será aplicada a cada dois anos e não tem objetivo de estabelecer um ranking entre os entes participantes.

Apresentação

O resultado da avaliação da plataforma e-Prevenção foi apresentado em reunião virtual ocorrida nessa segunda-feira (13/9), com a participação da alta administração da secretaria, dos superintendentes centrais e regionais, assessores e gestores de unidades.

O secretário adjunto de Fazenda, Luiz Claudio Gomes, enfatizou a importância da avaliação, que ratificou o comprometimento da Secretaria de Fazenda com as boas práticas de gestão, de integridade e ética, e lembrou que o relatório será um norteador das ações de prevenção e combate à corrupção na SEF. Ele também destacou que o selo é mais um fator positivo na atração de investimentos para Minas Gerais.

“Está havendo uma mudança de paradigma das empresas, principalmente, nas interessadas em investir em Minas Gerais. Existe uma preocupação com a questão da probidade do Fisco, da segurança jurídica dos procedimentos, e isso tem influenciado e muito na atração de investimentos. Os contribuintes querem a garantia de que não haverá quebra de regras e que há confiabilidade do Fisco. O investidor quer segurança”, salientou o secretário adjunto.

O corregedor-chefe da SEF, José Henrique Righi Rodrigues, que coordenou os trabalhos, reforçou o sentimento de todos os servidores da secretaria, de muito orgulho do resultado alcançado.

“Frente aos resultado obtidos, fruto da seriedade, do comprometimento, do profissionalismo, do empenho e dos cuidados com a excelência na prestação do serviços públicos que os servidores da SEF/MG sempre demonstraram, conseguimos obter a marca, o selo, como participantes do Programa Nacional de Prevenção à Corrupção”, afirmou Rodrigues.

O programa, segundo ele, materializa o exemplo de boa vontade em contribuir para um setor público visto pela sociedade como honesto, o compromisso com a sociedade para a implementação de boas práticas de prevenção, detecção, investigação, correção, monitoramento e transparência, valorizando e incentivando o melhoramento dos padrões de integridade.

“Atingimos o grau avançado de aderência às boas práticas em um nível muito alto do nosso poder de regulação. Nos orgulhamos muito do nosso resultado. O Estado de Minas Gerais e a sociedade mineira agradecem”, complementou o corregedor-chefe da SEF/MG.

Sobre o PNPC

O Programa Nacional de Prevenção à Corrução, lançado em 20 de maio de 2021, é uma proposta inovadora adotada pela Estratégia Nacional de Combate à Corrupção e à Lavagem de Dinheiro (Enccla), com coordenação e execução da Rede de Controle nos Estados, patrocinada pela Controladoria-Geral da União (CGU) e pelo Tribunal de Contas da União (TCU). O programa é voltado a todos os gestores das organizações públicas (das três esferas de governo e dos três poderes em todos os estados da federação) e tem o objetivo de reduzir os níveis de fraude e corrupção no Brasil a patamares similares aos de países desenvolvidos. 

Por meio de uma plataforma de autosserviço on-line contínua, o gestor terá a oportunidade de avaliar sua instituição, descobrindo previamente os pontos mais vulneráveis e suscetíveis a falhas. A partir desse diagnóstico, ele terá acesso a um plano de ação específico que apresentará sugestões e propostas adequadas às necessidades da sua entidade.  

O programa oferece ainda orientações, treinamentos e modelos, além de dispor de parcerias com órgãos e entidades públicas e privadas para implantação dos mecanismos de controle à corrupção. 

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Araxá sedia Encontro Brasileiro de Aeronaves RV-10

Araxá recebeu no final de semana, o primeiro encontro de aeronaves RV-10, um avião monomotor de quatro lugares, asa baixa e que atinge até 310 km/h. O encontro reuniu cerca de 80 aeronaves modelos RV, sendo 60 delas RV-10, no Aeroporto Municipal e contou com o apoio da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico, Inovação e Turismo.

O encontro foi idealizado por um grupo de proprietários de todo o Brasil e, conforme o superintendente de Turismo, Ricardo Ruas, reuniu em Araxá cerca de 250 pessoas – entre proprietários, colecionadores, técnicos e familiares.

“Esse é um evento que trouxe aviadores de várias regiões do país para Araxá e ajuda a levar o nome da cidade como destaque nacional. E para uma cidade que almeja uma fábrica de aviões, receber um encontro nacional do segmento de aviação torna o cenário local ainda mais importante. Além disso, essa foi uma oportunidade para reafirmar o compromisso feito pelo prefeito Robson Magela de incentivar e apoiar eventos, visando fomentar o turismo e economia local”, reforça Ruas.

Apesar de o encontro ter sido fechado para colecionadores, o grupo promoveu a apresentação acrobática de três aeronaves da Esquadrilha Fox, composta por ex-pilotos de caça da Força Aérea Brasileira (FAB): Luiz Alberto Pereira Bianchi, Áttila Filho e Jorge Kersul Filho.


O RV-10 é o primeiro avião de quatro lugares da popular série RV que voou pela primeira vez em 29 de maio de 2003. Hoje, o modelo que alia boa performance a baixo custo operacional é bastante usado para voos particulares.

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Uberaba estuda assumir turmas de 1º ao 5º ano, que são de responsabilidade do Estado

A absorção, pelo Município, das turmas do 1º ao 5º ano, atualmente atendidos pela rede estadual, foi tema de Audiência Pública promovida pela Câmara Municipal de Uberaba.

Batizada de “Mãos Dadas”, a proposta do Estado foi debatida pela secretária de Educação de Uberaba, Sidnéia Zafalon, e pela adjunta da Pasta, Cristiana Borges, diretores da Secretaria, representantes do legislativo municipal e estadual, sindicalistas, entre outros do segmento educacional, como a superintendente regional de Ensino, Vânia Célia Ferreira.

A Audiência Pública, no modelo remoto, foi proposta pela vereadora e presidente da Comissão de Educação da Câmara, Luciene Fachinelli.

Anteriormente, demais vereadores do colegiado, assim como o Sindicato dos Educadores do Município (Sindemu), a Associação dos Gestores das Escolas Municipais (Agemu), diretores das escolas estaduais a serem absorvidas, o Conselho Municipal de Ensino, entre outros, participaram de reuniões propostas pela Secretaria de Educação (Semed). 

A municipalização dos primeiros anos dessa etapa do ensino está prevista na Constituição Federal e também na Lei de Diretrizes e Bases da Educação (9.394/1996), justifica o Estado.

Em Uberaba, quatro escolas estaduais são chamadas exclusivas, pois atendem apenas alunos das séries iniciais do Ensino Fundamental: Dom Eduardo, Miguel Laterza, Fidélis Reis e o Grupo Brasil, que reúnem dois mil alunos, de um total de seis mil distribuídos em outras 14 escolas estaduais com turmas do 1º ao 5º ano.

Segundo a deputada estadual e presidente da Comissão de Educação, Ciência e Tecnologia da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), Beatriz Cerqueira, contudo, o Estado inverteu o processo, pois lançou o projeto junto aos municípios sem antes aprová-lo no parlamento mineiro.

Também deputado estadual, Heli Andrade participou da Audiência Pública. O relator e o suplente da Comissão de Educação da Câmara, respectivamente, vereadores Celso Neto e Luizinho Kanekão, e Rochelle Bazaga participaram do debate.

De acordo com Sidnéia, a Semed analisa o projeto em todos os aspectos e avalia a possibilidade de uma absorção gradual desses alunos. “Nenhuma decisão será tomada sem antes esgotadas as discussões”, reforça a secretária de Educação.